De acordo com Ulisses Correia e Silva, as reformas que o Governo tem vindo a desenvolver vão nesse sentido. “Concluímos a mais profunda reforma curricular da nossa história, articulada entre o ensino básico e o secundário, alinhada com as exigências do século XXI. Está em curso a reforma da educação pré-escolar, com apoio da Parceria Global para a Educação. Apostámos na universalização do ensino, na ação social escolar e na inclusão de pessoas com deficiência e de alunos com necessidades educativas especiais”, sustentou.

Como programado, o Primeiro Ministro presidiu ao Conselho Alargado do Ministério da Educação, realizado hoje em Porto Novo, onde reconheceu o grande contributo do pessoal docente e dos profissionais da Educação no processo de transformação de Cabo Verde, num contexto mundial cada vez mais exigente.
“A Educação tem hoje um papel central. Preservar a nossa identidade e cultura, garantir abertura e inserção no mundo, lidar com mudanças rápidas e imprevisíveis e ensinar, aprender e inovar no contexto do digital e da inteligência artificial”, disse na sua intervenção, adiantando que “este contexto exige mais conhecimento, aprendizagem ao longo da vida e atitudes de pro-atividade, responsabilidade, inovação e espírito empreendedor”.
De acordo com Ulisses Correia e Silva, as reformas que o Governo tem vindo a desenvolver vão nesse sentido. “Concluímos a mais profunda reforma curricular da nossa história, articulada entre o ensino básico e o secundário, alinhada com as exigências do século XXI. Está em curso a reforma da educação pré-escolar, com apoio da Parceria Global para a Educação. Apostámos na universalização do ensino, na ação social escolar e na inclusão de pessoas com deficiência e de alunos com necessidades educativas especiais”, sustentou.
De igual modo, o Executivo investiu em infraestruturas, equipamentos e nos professores, através do PCFR, da valorização das carreiras e da formação contínua. “Os resultados são claros: melhores taxas de aprovação e forte redução do abandono escolar”, sublinhou.
No ensino superior, houve o reforço das bolsas de estudo, residências e programas de trabalho remunerado e avançou-se com a especialização das universidades públicas, alinhadas com as vocações regionais. “Continuamos a investir em saídas profissionalizantes, formação profissional, estágios, empreendedorismo e no desenvolvimento avançado do conhecimento”, rematou Ulisses Correia e Silva.
Para o Primeiro Ministro, apesar da taxa de ingresso no ensino superior em Cabo Verde ser de 23%, ao nível da África do Sul “temos de ser mais ambiciosos, temos que elevar esta taxa” porque o ensino superior é “uma saída profissional importantíssima” no nosso país.



