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10 milhões de escudos cabo-verdianos destinados a 3 editais do MCIC

O Governo, através do Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas, tem disponível, neste momento, três editais num valor global de 10 milhões de escudos cabo-verdianos, direcionados para a criação artística, a internacionalização da arte e à circulação de projetos culturais entre as ilhas.

A apresentação dos 3 editais: Apoio à Internacionalização, Fomento À Criação Artística Nacional e Sirkula, foi feita em conferência de imprensa na  sexta-feira, 09 de fevereiro, pela Diretora Geral das Artes e das Indústrias Criativas, Vandrea Monteiro.

O primeiro edital, “Apoio à Internacionalização”, foi lançado no início desta semana. Com orçamento de 2.500 contos, tem como objetivo fazer com que os artistas e criadores cabo-verdianos, ou estrangeiros com residência, tenham oportunidade de levar o seu trabalho para um outro país.

“Temos nos deparado com vários pedidos de apoio ao longo dos anos, já que muitos grandes palcos internacionais fornecem toda a logística do evento, incluindo o alojamento dos artistas, mas sempre falta o bilhete de passagem. Este edital foi justamente criado para apoiar com o valor das passagens tanto para artistas individuais como para grupos de artistas”, explicou a DGAIC.

Este edital é o único que estará aberto por um período mais longo, seis meses, para dar tempo aos artistas e criadores de estarem em eventos que acontecem em diferentes épocas.

O segundo edital, “Fomento à Criação Artística Nacional”, que conta com um orçamento de 6 mil contos, estará aberto até 08 de março e tem como propósito seleção de projetos culturais, de várias áreas, para a criação de uma agenda cultural nacional.

Já o terceiro edital, também lançado pela primeira vez, o “Sirkula”, como o próprio nome sugere, tem como finalidade circular a arte dentro do arquipélago. Com um orçamento de 1.500 contos visa a descentralização dos projetos.

O Governo, através do MCIC, e com a coordenação da DGAIC, tem lançado, todos os anos, editais públicos para que projetos culturais possam contar com incentivos financeiros de forma mais previsível.